Feche o mês com um número, não com um palpite.
Escreve o que entrou e o que saiu, ao dia, em trinta segundos. O painel faz a conta — e no dia 1 já sabe se vale a pena abrir ao almoço à segunda.
7 dias grátis. Depois, 9,99 €/mês.
O dinheiro não desaparece de uma vez
Três euros de troco que ninguém apontou. Uma encomenda paga em dinheiro que ficou fora do caderno. Meia grade que se partiu ao descarregar. Nenhuma destas coisas se nota ao dia.
Juntas, notam-se ao fim do mês — quando já não há maneira de saber para onde foram. O contabilista diz-lhe o resultado em Março. A decisão era para tomar em Janeiro.
Três passos, e o mês seguinte já se conta sozinho.
Escreve o que entra.
Ao fecho, ou no dia seguinte de manhã. Trinta segundos.
Escreve o que sai.
Fornecedores, salários, renda, o que se partiu. Com data e categoria.
O painel faz a conta.
Receita, despesa e o que sobrou, deste mês e do mês passado, lado a lado.
O mês, ao lado do anterior
Agosto 2026 vs. Julho 2026
| Julho | Agosto | |
|---|---|---|
| Vendas | 14 820,00 € | 16 240,50 € |
| Fornecedores | −6 118,40 € | −6 902,15 € |
| Salários | −4 900,00 € | −4 900,00 € |
| Renda | −1 250,00 € | −1 250,00 € |
| Outros | −612,30 € | −488,90 € |
| Sobrou em Agosto | 2 699,45 € | |
Duas colunas chegam para responder à única pergunta que interessa no dia 1: melhorou ou piorou?
As perguntas de quem já foi vendido antes.
Isto é contabilidade?
Tenho de lançar tudo todos os dias?
Dá para separar duas lojas?
Quanto custa?
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